Desenvolvi na faculdade uma página na internet. Contém informações sobre comunicação, filmes, festas, teatros, lançamentos de livros, etc.
Para os interessados o site é
http://www.favoor.com/
Enjoy it!!!!!!!!
terça-feira, 6 de novembro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Feedback - O que é?
Feedback é o processo de fornecer dados a uma pessoa ou grupo ajudando-o a melhorar seu desempenho no sentido de atingir seus objetivos.
Para que haja êxito na comunicação do feedback as barreiras devem ser rompidas e estabelecida uma relação de confiança e segurança.
O feedback pode ser de dois tipos:
aberto - é óbvio e direto. Obtido através de perguntas e de observação, durante a realização de exercícios e testes. Mostra o que o ouvinte captou e o que não captou. Pode ser falsificado.
velado - é obtido através da prática de observar a reação do ouvinte a estímulos externos. Pode se obtido na sua expressão, posição, movimentos e atitude. Como é expressado inconscientemente, diz a verdade.
O que fazer antes de dar feedback
Quando vamos dar feedback precisamos conhecer alguns dados importantes, tais como:
A) Se o feedback for individual:
1. Por que queremos dar feedback a outra pessoa?
para puni-la.
para desabafar e sentirmo-nos aliviados.
parademonstrar nossa inteligência e habilidade.
para ajudar outra pessoa a alcançar seus objetivos de maneira mais efetiva.
2. E quanto à pessoa que recebe feedback?
é difícil dar feedback a uma pessoa que não está preparada para recebve-lo ou não sinta a sua necessidade.
a pessoa pode estar solicitando feedback porém não recebe por diversas razões, pois sentem não ter nada de útil para lhe falar ou sentem que ela não está reparada, ou sentem que o feedback não lhe será útil,. ... etc.
as pessoas precisam do feedback, tanto do positivo quanto do negativo, precisam saber não apenas o que estão fazendo ineficientem,ente mas tambem o que realizam com eficiência.
3. Porque certas pessoas acham difícil dar feedback?
nossa cultura tem certas normas contrárias à expressão de sentimentos pessoais aos outros.
têm medo de que, se derem feedback, a pessoa fique chocada e com isso perca um amigo.
receiam que ao darem feedback a outra pessoa os ataque ou puna.
temem que seu feedback seja mal interpretado.
não sabem como lidar com o assunto.
4. Porque as pessoas comumente reagem ao feedback?
Como o feedback é visto geralmente como crítica, as pessoas muitas vezes reagem defendendo-se de uma das seguintes maneiras:
preferem não ouvir o que lhes é dito - rcepção seletiva.
duvidam dos motivos da pessoa que lhe dá o feedback.
negam a validade dos dados do feedback.
racionalizam procurando justificar seu comportamento.
atacam as pessoas que lhes dão feedback, apontando-lhes tambem alguns de seus erros.
B) Se o feedback for de grupo:
O grupo tambem tem necessidade de receber informações sobre o seu desempenho, sua atmosfera de trabalho, se existe rigidez nos procedimentos, sub-utilização de pessoas, se existe confiança no lider, se existe maturidade no grupo, ...etc.
1. Os mesmos problemas envolvidos no feedback individual estão presentes no de grupo, em maior ou menos grau
2. O grupo pode receber feedback de:
membros atuando como participantes-observadores.
membros selecionados para desempenhar uma função específica de observador par ao grupo.
consultores externos ou especialistas que vem para fazer observalçose, valendo-se de perspectivas mais objetivas.
formulários, questionários, folhas de reação, entrevistas.
Importância do Feedback
É muito importante obter feedback. Existem muitos métodos para descobrir o que os clientes, parceiros e fornecedores pensam ou sentem sobre os serviços e produtos de sua empresa.
Através do feedback podemos identificar necessidades e responder aos seguintes questionamentos:
Você sabe ...
- O que o seu cliente, parceiro e fornecedor querem?- O que eles precisam?- O que eles pensam?- O que eles sentem?- Que sugestões teriam para apresentar a você?- Se estão ou não satisfeitos?
FEEDBACK é uma forma de comunicação que auxilia uma pessoa ou grupo entender como sua atuação está afetando outras pessoas ou grupos.
Ao dar feedback
Para ter eficiência, o feedback deve ser:
descritivo ao contrário de ser um processo de avaliação: ao relatar um evento, sem julgamentos, reduzem-se as possibilidades de reações defensivas. Quem ouve, usa o dado e a informação como julgar conveniente;
específico ao contrário de verbalizar uma generalização: "na última reunião você fez o que tem feito outras vezes, deixou de ouvir a opinião dos demais e novamente fomos forçados a aceitar sua decisão". Ao verbalizar desta maneira, indicou-se o comportamento na determinada reunião e em outras, porém, não se acusou a pessoa de "controlador ou autoritário".
compatível com as motivações e objetivos de ambos (emissor e receptor): quando atende apenas ao interesse de desabafo do emissor pode ser muito destrutivo, de acordo com a agressividade presente, irritação ou raiva.
direcionado a esferas de atuação em que o receptor tenha possibilidade de aperfeiçoar: características pessoais, idiossincrasias, limitações de raciocínio e outras manifestações individuais não podem ser apontadas como falhas mas toleradas como próprias daquele indivíduo.
solicitado , desejado e oportuno: é útil quando os observadores podem ajudar e mais próximo do comportamento ou fato em questão.
referir-se à pessoa presente: falar no próprio nome e não fazer referências a terceiros - "muita gente já falou sobre isso de você". O feedback serve para aperfeiçoar o comportamento de alguém em relação a nós e nosso grupo.
Como receber feedback
Ouça cuidadosamente e evite interromper.
Saiba que é incômodo e, às vezes, até doloroso. Respire fundo para relaxar os músculos.
Faça perguntas se precisar esclarecer alguns aspectos. "Como eu faço ou digo para você me ver como agressivo?"
Reformule o que o outro está lhe dizendo, para que confira se ouviu e entendeu.
Reconheça o que é correto e adequado no "feedback". Concordar que seus relatórios estão atrasados é bem diferente de concordar que você é irresponsável.
Assimile, com calma o tempo, o que ouviu. Peça tempo para pensar, se necessário.
Para que haja êxito na comunicação do feedback as barreiras devem ser rompidas e estabelecida uma relação de confiança e segurança.
O feedback pode ser de dois tipos:
aberto - é óbvio e direto. Obtido através de perguntas e de observação, durante a realização de exercícios e testes. Mostra o que o ouvinte captou e o que não captou. Pode ser falsificado.
velado - é obtido através da prática de observar a reação do ouvinte a estímulos externos. Pode se obtido na sua expressão, posição, movimentos e atitude. Como é expressado inconscientemente, diz a verdade.
O que fazer antes de dar feedback
Quando vamos dar feedback precisamos conhecer alguns dados importantes, tais como:
A) Se o feedback for individual:
1. Por que queremos dar feedback a outra pessoa?
para puni-la.
para desabafar e sentirmo-nos aliviados.
parademonstrar nossa inteligência e habilidade.
para ajudar outra pessoa a alcançar seus objetivos de maneira mais efetiva.
2. E quanto à pessoa que recebe feedback?
é difícil dar feedback a uma pessoa que não está preparada para recebve-lo ou não sinta a sua necessidade.
a pessoa pode estar solicitando feedback porém não recebe por diversas razões, pois sentem não ter nada de útil para lhe falar ou sentem que ela não está reparada, ou sentem que o feedback não lhe será útil,. ... etc.
as pessoas precisam do feedback, tanto do positivo quanto do negativo, precisam saber não apenas o que estão fazendo ineficientem,ente mas tambem o que realizam com eficiência.
3. Porque certas pessoas acham difícil dar feedback?
nossa cultura tem certas normas contrárias à expressão de sentimentos pessoais aos outros.
têm medo de que, se derem feedback, a pessoa fique chocada e com isso perca um amigo.
receiam que ao darem feedback a outra pessoa os ataque ou puna.
temem que seu feedback seja mal interpretado.
não sabem como lidar com o assunto.
4. Porque as pessoas comumente reagem ao feedback?
Como o feedback é visto geralmente como crítica, as pessoas muitas vezes reagem defendendo-se de uma das seguintes maneiras:
preferem não ouvir o que lhes é dito - rcepção seletiva.
duvidam dos motivos da pessoa que lhe dá o feedback.
negam a validade dos dados do feedback.
racionalizam procurando justificar seu comportamento.
atacam as pessoas que lhes dão feedback, apontando-lhes tambem alguns de seus erros.
B) Se o feedback for de grupo:
O grupo tambem tem necessidade de receber informações sobre o seu desempenho, sua atmosfera de trabalho, se existe rigidez nos procedimentos, sub-utilização de pessoas, se existe confiança no lider, se existe maturidade no grupo, ...etc.
1. Os mesmos problemas envolvidos no feedback individual estão presentes no de grupo, em maior ou menos grau
2. O grupo pode receber feedback de:
membros atuando como participantes-observadores.
membros selecionados para desempenhar uma função específica de observador par ao grupo.
consultores externos ou especialistas que vem para fazer observalçose, valendo-se de perspectivas mais objetivas.
formulários, questionários, folhas de reação, entrevistas.
Importância do Feedback
É muito importante obter feedback. Existem muitos métodos para descobrir o que os clientes, parceiros e fornecedores pensam ou sentem sobre os serviços e produtos de sua empresa.
Através do feedback podemos identificar necessidades e responder aos seguintes questionamentos:
Você sabe ...
- O que o seu cliente, parceiro e fornecedor querem?- O que eles precisam?- O que eles pensam?- O que eles sentem?- Que sugestões teriam para apresentar a você?- Se estão ou não satisfeitos?
FEEDBACK é uma forma de comunicação que auxilia uma pessoa ou grupo entender como sua atuação está afetando outras pessoas ou grupos.
Ao dar feedback
Para ter eficiência, o feedback deve ser:
descritivo ao contrário de ser um processo de avaliação: ao relatar um evento, sem julgamentos, reduzem-se as possibilidades de reações defensivas. Quem ouve, usa o dado e a informação como julgar conveniente;
específico ao contrário de verbalizar uma generalização: "na última reunião você fez o que tem feito outras vezes, deixou de ouvir a opinião dos demais e novamente fomos forçados a aceitar sua decisão". Ao verbalizar desta maneira, indicou-se o comportamento na determinada reunião e em outras, porém, não se acusou a pessoa de "controlador ou autoritário".
compatível com as motivações e objetivos de ambos (emissor e receptor): quando atende apenas ao interesse de desabafo do emissor pode ser muito destrutivo, de acordo com a agressividade presente, irritação ou raiva.
direcionado a esferas de atuação em que o receptor tenha possibilidade de aperfeiçoar: características pessoais, idiossincrasias, limitações de raciocínio e outras manifestações individuais não podem ser apontadas como falhas mas toleradas como próprias daquele indivíduo.
solicitado , desejado e oportuno: é útil quando os observadores podem ajudar e mais próximo do comportamento ou fato em questão.
referir-se à pessoa presente: falar no próprio nome e não fazer referências a terceiros - "muita gente já falou sobre isso de você". O feedback serve para aperfeiçoar o comportamento de alguém em relação a nós e nosso grupo.
Como receber feedback
Ouça cuidadosamente e evite interromper.
Saiba que é incômodo e, às vezes, até doloroso. Respire fundo para relaxar os músculos.
Faça perguntas se precisar esclarecer alguns aspectos. "Como eu faço ou digo para você me ver como agressivo?"
Reformule o que o outro está lhe dizendo, para que confira se ouviu e entendeu.
Reconheça o que é correto e adequado no "feedback". Concordar que seus relatórios estão atrasados é bem diferente de concordar que você é irresponsável.
Assimile, com calma o tempo, o que ouviu. Peça tempo para pensar, se necessário.
Para se construir uma marca
Há que se colocar sutileza, emoção e inteligência. Há que se cuidar antes dos interesses dos clientes, para depois se colocar os seus. Há que se saber falar a linguagem do invisível, do subentendido, saber afinar a sua linguagem numa sintonia tão fina, com aqueles que você quer cativar, quanto o mais fino fio de cabelo. Andar através dos caminhos da comunicação, como quem anda numa corda bamba. Saber centrar suas mensagens como o mais preciso cobrador de escanteios - bola direta na cabeça do atacante goleador.
Há de ser preciso como um arqueiro zen e se comunicar da maneira mais simples e direta, quanto o mais popular dos animadores de auditório. Tem que se aprender a disciplina do falar sempre a mesma coisa, porém de maneiras diferentes, e não se perder nunca neste caminho, pois o de ontem tem a ver com o de hoje e vai ter a ver com o de amanhã. Há que se somar esforços, dia após dia, sedimentando uma trilha, e não parando aos trancos e barrancos, quando os humores dos departamentos financeiros pedem que você pare. Uma marca se constrói com persistência e sedimentação. É melhor fazer um pouco e sempre do que grandes arroubos de tempos em tempos.
Contar a história de uma marca é como contar a história das Mil e Uma Noites. Você vai somando pequenas histórias todos os dias, para que num determinado momento possa contar uma grande história.
E uma vez contada a sua história você tem que defender aquilo que construiu, e vai ter que ficar atento e vigilante 24 horas pôr dia, pois não faltarão aqueles para lhe adoçaram a boca, com promessas de vendas fáceis e promoções descabidas, que poderão alegrar o seu departamento comercial, vendendo muito num primeiro momento, mas que depois, pouco a pouco, irão jogar no ralo seu maior patrimônio - a sua marca
Há que se viver e respirar qualidade. A verdadeira qualidade, e não aquela dos manuais e das apostilas. A qualidade percebida, sentida e dita pela boca do seu cliente valerá sempre muito mais do que qualquer ISO- Qualquer coisa.
Há que se ter orgulho e não prepotência. Seus funcionários deverão demonstrar que trabalham debaixo de um grande e protetor quarda-chuva e que farão tudo para justificar pertencerem a alguma "coisa maior", do que simplesmente a um nome jurídico dos contratos sociais de empresa.
Há que saber retribuir a comunidade de onde se ganha o pão com ações, hoje ditas de empresas cidadãs, projetos sociais e de cidadania sempre serão bem vindos e bem aceitos, quando feitos e realizados com seriedade e competência. Projetos que visam participar e retribuir e não apenas mais uma meta do seu departamento de marketing ou de relações públicas. O publico não é bobo e sabe muito bem quando a intenção é uma segunda intenção. Uma boa e forte marca é como o deslizar de um rio caudaloso, vai firme desenhando as suas próprias margens, mostrando seu próprio caminho, deixando um rastro glorioso atrás de si. E todas as ações que qualquer departamento da sua empresa fizer deverão ser da mesma água, com a mesma salinidade e consistência, pois ao se misturarem na água maior, formarão um só corpo. E é assim que a marca vai ser percebida. Por isso, cuidado, quando você departamentaliza muito as decisões que interferem nas ações do dia a dia da sua marca.
E se você fizer a coisa direito, vai ter milhares de defensores. Serão aquelas pessoas que compram os seus produtos, que torcem para que você dê certo. Aqueles que você nunca viu, mas que moram nas cidades e nos bairros mais esquecidas do mundo. Elas não aparecem nas pesquisas dos seus gerentes de produtos, mas que pensam, vivem e usam aquilo que você realiza. E farão tudo para não se decepcionarem com quem lhes cativou a preferência.
A sua marca será cada vez mais universal, quanto mais fundo você souber entender, interpretar, participar e vivenciar uma coisa etérea chamada alma. Algo percebido mas não medido. Inerente a todos os seres humanos e que o seu corpo técnico insiste em chama-los de clientes, só chamados, pois nunca deixarão de lado os seus sentimentos, anseios e desejos.
Só se constrói grandes e duradouras marcas quando elas tocam os corações e chamam às ações a favor do seu produto ou serviço através de um outro fator também não mensurável - a emoção.
Para se construir uma grande marca você deve trabalhar como um bom e generoso cozinheiro; uma pitada de emoção outra de sutileza e muito cuidado com o calor do fogo, sirva quente e não deixe esfriar nunca.
Eloi Zanetti*
Eloi Zanetti, durante anos ajudou a construir a marca Bamerindus e Boticário, hoje assessor de comunicação e marketing.E-mail: eloizanetti@softone.com.br
Há de ser preciso como um arqueiro zen e se comunicar da maneira mais simples e direta, quanto o mais popular dos animadores de auditório. Tem que se aprender a disciplina do falar sempre a mesma coisa, porém de maneiras diferentes, e não se perder nunca neste caminho, pois o de ontem tem a ver com o de hoje e vai ter a ver com o de amanhã. Há que se somar esforços, dia após dia, sedimentando uma trilha, e não parando aos trancos e barrancos, quando os humores dos departamentos financeiros pedem que você pare. Uma marca se constrói com persistência e sedimentação. É melhor fazer um pouco e sempre do que grandes arroubos de tempos em tempos.
Contar a história de uma marca é como contar a história das Mil e Uma Noites. Você vai somando pequenas histórias todos os dias, para que num determinado momento possa contar uma grande história.
E uma vez contada a sua história você tem que defender aquilo que construiu, e vai ter que ficar atento e vigilante 24 horas pôr dia, pois não faltarão aqueles para lhe adoçaram a boca, com promessas de vendas fáceis e promoções descabidas, que poderão alegrar o seu departamento comercial, vendendo muito num primeiro momento, mas que depois, pouco a pouco, irão jogar no ralo seu maior patrimônio - a sua marca
Há que se viver e respirar qualidade. A verdadeira qualidade, e não aquela dos manuais e das apostilas. A qualidade percebida, sentida e dita pela boca do seu cliente valerá sempre muito mais do que qualquer ISO- Qualquer coisa.
Há que se ter orgulho e não prepotência. Seus funcionários deverão demonstrar que trabalham debaixo de um grande e protetor quarda-chuva e que farão tudo para justificar pertencerem a alguma "coisa maior", do que simplesmente a um nome jurídico dos contratos sociais de empresa.
Há que saber retribuir a comunidade de onde se ganha o pão com ações, hoje ditas de empresas cidadãs, projetos sociais e de cidadania sempre serão bem vindos e bem aceitos, quando feitos e realizados com seriedade e competência. Projetos que visam participar e retribuir e não apenas mais uma meta do seu departamento de marketing ou de relações públicas. O publico não é bobo e sabe muito bem quando a intenção é uma segunda intenção. Uma boa e forte marca é como o deslizar de um rio caudaloso, vai firme desenhando as suas próprias margens, mostrando seu próprio caminho, deixando um rastro glorioso atrás de si. E todas as ações que qualquer departamento da sua empresa fizer deverão ser da mesma água, com a mesma salinidade e consistência, pois ao se misturarem na água maior, formarão um só corpo. E é assim que a marca vai ser percebida. Por isso, cuidado, quando você departamentaliza muito as decisões que interferem nas ações do dia a dia da sua marca.
E se você fizer a coisa direito, vai ter milhares de defensores. Serão aquelas pessoas que compram os seus produtos, que torcem para que você dê certo. Aqueles que você nunca viu, mas que moram nas cidades e nos bairros mais esquecidas do mundo. Elas não aparecem nas pesquisas dos seus gerentes de produtos, mas que pensam, vivem e usam aquilo que você realiza. E farão tudo para não se decepcionarem com quem lhes cativou a preferência.
A sua marca será cada vez mais universal, quanto mais fundo você souber entender, interpretar, participar e vivenciar uma coisa etérea chamada alma. Algo percebido mas não medido. Inerente a todos os seres humanos e que o seu corpo técnico insiste em chama-los de clientes, só chamados, pois nunca deixarão de lado os seus sentimentos, anseios e desejos.
Só se constrói grandes e duradouras marcas quando elas tocam os corações e chamam às ações a favor do seu produto ou serviço através de um outro fator também não mensurável - a emoção.
Para se construir uma grande marca você deve trabalhar como um bom e generoso cozinheiro; uma pitada de emoção outra de sutileza e muito cuidado com o calor do fogo, sirva quente e não deixe esfriar nunca.
Eloi Zanetti*
Eloi Zanetti, durante anos ajudou a construir a marca Bamerindus e Boticário, hoje assessor de comunicação e marketing.E-mail: eloizanetti@softone.com.br
Bases da comunicação.
As recompensas das boas comunicações são grandes, mas difíceis são os meios de se obte-las, para isto sempre esteja atento às bases para a boa comunicação, para que ocorra comunicação entre duas pessoas (transmissor/receptor) é vital que se observem as seguintes regras:
Saber Ouvir - Demonstre estar apto a ouvir informações mesmo que desagradáveis e críticas, procurando vê-las de forma construtiva. Escute, ouça atentamente, demonstrando interesse pelo que está sendo apresentado, não interrompa desnecessariamente.
Examine o ponto criticado - Seja humilde e examine o ponto criticado para dar crédito as boas idéias e ao trabalho sincero. Ao receber criticas, procure extrair os aspectos positivos e construtivos. Posteriormente analise e estabeleça procedimentos de ajuste e/ou correções.
Evite termos técnicos - Não use girías e evite termos técnicos que podem atrapalhar na comunicação, se for imprescindível o seu uso, explique qual o significado dos termos usados. Você pode estar falando com alguém que quer entender o que você está falando e não consegue, provavelmente na proxima vez ele não lhe procurará. Use uma linguagem que descreva a realidade.
Esclareça suas idéias - Esclareça suas idéias antes de transmiti-las, faça com que elas sejam precisas. Analise se as suas idéias estão coerentes com o que se deseja transmitir.
Expresse o seu interesse - Entre frequentemente em contato com os seus funcionários e escute. Expresse seu interesse pelos seus problemas e escute. Questione o interlocutor, peça detalhes.
Ações X Informações - Demonstre que ações são tomadas baseadas em informação, caso contrário o pessoal pensará que não valeu a pena o tempo e o esforço dispendidos para manter o fluxo de comunicação. Execute suas ações com base nas informações adquiridas e validadas.
Suas ações apoiam o que você diz? - Suas ações refletem o que você pensa e diz para os outros.
Procure ser objetivo- Seja objetivo, não faça rodeios, mesmo que a mensagem seja o que as pessoas não gostariam de ouvir.
Que mensagem quero transmitir? - Trace qual é o objetivo da mensagem, o que você deseja que os receptores da mensagem absorvam, qual é o verdadeiro propósito da comunicação.
A quem vou me dirigir? - Antes de transmitir alguma informação procure conhecer qual vai ser o público. A quem voce quer afetar e qual é o momento adequado. Se necessário, PREPARE-SE.
Consulte outras pessoas- Consulte outras pessoas para planejar as comunicações, peça opiniões, lembre que aqueles que o ajudam a planejar, com certeza o apoiarão.
Como transmitir? - Como voce deve transmitir a sua mensagem, esteja atento a sua tonalidade de voz, da receptividade de quem ouve, bem como da linguagem que você irá utilizar.
Verifique se foi entendido- Sempre verifique se você foi entendido, faça perguntas, pergunte o que foi entendido e não se a pessoa entendeu.Após transmitir a informação, faça perguntas como: O que você entendeu? Você poderia repetir o que eu transmiti ?
Suas ações - Esteja certo de suas ações apoiam aquilo que você diz, lembre que ações falam mais alto do que palavras.
Entendimento - Procure não só ser compreendido como compreender, seja um bom ouvinte não só para os significados explicitos mas também para os implícitos.
Compartilhe - Compartilhe tanta informação quanto for possível, isto trará ganhos para todos os envolvidos.
"FEEDBACK" - O retorno de informações é importante para manter seus parceiros atualizados nos processos e atividades de interesse comum, sempre retorne a informação, mostre os resultados e ações consequentes de informação recebida anteriormente.
Saber Ouvir - Demonstre estar apto a ouvir informações mesmo que desagradáveis e críticas, procurando vê-las de forma construtiva. Escute, ouça atentamente, demonstrando interesse pelo que está sendo apresentado, não interrompa desnecessariamente.
Examine o ponto criticado - Seja humilde e examine o ponto criticado para dar crédito as boas idéias e ao trabalho sincero. Ao receber criticas, procure extrair os aspectos positivos e construtivos. Posteriormente analise e estabeleça procedimentos de ajuste e/ou correções.
Evite termos técnicos - Não use girías e evite termos técnicos que podem atrapalhar na comunicação, se for imprescindível o seu uso, explique qual o significado dos termos usados. Você pode estar falando com alguém que quer entender o que você está falando e não consegue, provavelmente na proxima vez ele não lhe procurará. Use uma linguagem que descreva a realidade.
Esclareça suas idéias - Esclareça suas idéias antes de transmiti-las, faça com que elas sejam precisas. Analise se as suas idéias estão coerentes com o que se deseja transmitir.
Expresse o seu interesse - Entre frequentemente em contato com os seus funcionários e escute. Expresse seu interesse pelos seus problemas e escute. Questione o interlocutor, peça detalhes.
Ações X Informações - Demonstre que ações são tomadas baseadas em informação, caso contrário o pessoal pensará que não valeu a pena o tempo e o esforço dispendidos para manter o fluxo de comunicação. Execute suas ações com base nas informações adquiridas e validadas.
Suas ações apoiam o que você diz? - Suas ações refletem o que você pensa e diz para os outros.
Procure ser objetivo- Seja objetivo, não faça rodeios, mesmo que a mensagem seja o que as pessoas não gostariam de ouvir.
Que mensagem quero transmitir? - Trace qual é o objetivo da mensagem, o que você deseja que os receptores da mensagem absorvam, qual é o verdadeiro propósito da comunicação.
A quem vou me dirigir? - Antes de transmitir alguma informação procure conhecer qual vai ser o público. A quem voce quer afetar e qual é o momento adequado. Se necessário, PREPARE-SE.
Consulte outras pessoas- Consulte outras pessoas para planejar as comunicações, peça opiniões, lembre que aqueles que o ajudam a planejar, com certeza o apoiarão.
Como transmitir? - Como voce deve transmitir a sua mensagem, esteja atento a sua tonalidade de voz, da receptividade de quem ouve, bem como da linguagem que você irá utilizar.
Verifique se foi entendido- Sempre verifique se você foi entendido, faça perguntas, pergunte o que foi entendido e não se a pessoa entendeu.Após transmitir a informação, faça perguntas como: O que você entendeu? Você poderia repetir o que eu transmiti ?
Suas ações - Esteja certo de suas ações apoiam aquilo que você diz, lembre que ações falam mais alto do que palavras.
Entendimento - Procure não só ser compreendido como compreender, seja um bom ouvinte não só para os significados explicitos mas também para os implícitos.
Compartilhe - Compartilhe tanta informação quanto for possível, isto trará ganhos para todos os envolvidos.
"FEEDBACK" - O retorno de informações é importante para manter seus parceiros atualizados nos processos e atividades de interesse comum, sempre retorne a informação, mostre os resultados e ações consequentes de informação recebida anteriormente.
A comunicação (des) integrada
O discurso e a prática da Comunicação Empresarial brasileira abrigam, infelizmente, algumas expressões (que se pretendem conceitos e verdades) manipuladas, com cinismo, por profissionais e empresas. Dentre elas, destacam-se os de Responsabilidade Social, Empresa Cidadã, Comunicação Estratégica e Comunicação Integrada. Não há empresa, governo ou entidade que não tenha, hoje, estas características como seus principais atributos. Todos são socialmente responsáveis ou cidadãos, concebem a comunicação de maneira estratégica e dispõem de uma comunicação integrada. Este papo vazio tem sido constantemente repetido nas falas dos executivos (inclusive e, principalmente, de comunicação), nas apresentações dos congressos da área, nos cases de sucesso em comunicação empresarial ou nas premiações, mesmo quando está patente a falta de sintonia entre o discurso e a prática empresarial. Muitos destes profissionais acabam "batendo" nas universidades e repetem esta ladainha para os estudantes, afrontando o espírito crítico e comprometendo a formação das futuras gerações de comunicadores empresariais. Não devemos ter receio de botar o dedo na ferida. Pode a indústria tabagista, responsável por centenas de milhares de mortes por ano em todo o mundo, apenas porque mantém uma creche, patrocina eventos (dinheiro ela tem mesmo à custa da nossa saúde!), proclamar-se cidadã? Podem a indústria de bebidas e de armas e mesmo algumas empresas farmacêuticas, que nos agridem com suas propagandas enganosas, colocar a faixa de cidadania no peito? E o que dizer das agências de comunicação e de propaganda que patrocinam estas fraudes? E das empresas poluidoras, as que mais investem no chamado "marketing verde"? Como aceitar que entidades (quase sempre controladas por essas mesmas empresas) as contemplem com prêmios de responsabilidade social, de excelência ambiental ou de comunicação empresarial, sem que nos indignemos? É chegada a hora de fazermos uma autocrítica e , de uma vez por todas, darmos um basta a esta hipocrisia. Se nós, comunicadores empresariais, não separarmos o joio do trigo, quem o fará? Certamente, não concordamos com a tese de que "dinheiro não tem cor ou cheiro" e que "cliente é cliente", seja ele qual for. Logo, quem não respeita o consumidor, e a sociedade de maneira geral, deve ser colocado no "paredão"da opinião pública. Em nome da cidadania, não se pode tolerar esta convivência promíscua entre organizações e entidades socialmente irresponsáveis e agências de comunicação. Quem colabora com o bandido, está sujeito à mesma pena. O conceito de comunicação integrada, ao que parece, está indo pelo mesmo caminho. Toda agência, hoje, é de comunicação integrada, uma palavra mágica para dizer, provavelmente, que ela "faz qualquer negócio" ou que pratica a política do "o que cair na rede, é peixe". Calma aí, pessoal. Levando ao pé da letra, a comunicação integrada significa não apenas que as atividades de comunicação estão articuladas, mas que elas se integram ao processo de gestão, de planejamento, de marketing e que obedecem a uma política e diretrizes comuns. Quantas empresas (e quantas agências de comunicação) podem, efetivamente, dizer que isso ocorre? Quase sempre, em uma organização (pelo menos a maioria que a gente conhece por aqui), nem ao menos a comunicação interna e a externa estão articuladas (não gostamos destes termos porque eles, quando praticados, já sugerem uma falta de integração, como se fossem duas instâncias distintas de comunicação). Além disso, cultiva-se, ainda na Comunicação Empresarial, uma rejeição às atividades de marketing e vendas, como se fosse possível ( e razoável) separar o institucional do mercadológico. Se formos ainda mais fundo, veremos que os preconceitos e incompreensões existem mesmo entre os profissionais de comunicação (ou você já não ouviu falar que o jornalista vê chifre em cabeça de cavalo, que o publicitário desperdiça dinheiro do cliente e que o Relações Públicas não passa de um tremendo puxa-saco?) Integrar o quê, cara pálida, se a realidade a que estamos assistindo é bem outra: uma disputa intensa entre áreas e profissionais, eivada de equívocos e preconceitos, um embate ruidoso de egos e uma ausência total de espírito crítico e de uma perspectiva abrangente do universo da Comunicação Empresarial. Não podemos ser integrados, se ao menos não nos dispusermos a ser solidários e a entender o outro. Em Comunicação (que tem a mesma origem da palavra comunhão), integrar significa estar junto, partilhar e, certamente, é o que menos estamos dispostos a fazer na área. Estamos integrando muito pouco porque, desde as escolas de Comunicação, fomos divididos em sub-áreas, que nos remetem a diplomas específicos , a conteúdos segmentados e a uma visão equivocada do outro. As empresas integram muito pouco porque , na prática, na área de comunicação e gestão, com as exceções a serem saudadas (até porque são muito poucas!), privilegiam o controle, a censura, o desestímulo à participação etc. O profissional de Comunicação Empresarial que, nos encontros reservados, se queixa da falta de autonomia, da mão pesada dos chefes, das pressões por resultados a qualquer custo, não deveria continuar sustentando esta farsa, quando se coloca como porta-voz das empresas em palestras e cases. Poucas organizações estão dispostas a integrar e, portanto, a comunicação, reflexo da cultura organizacional e desta disposição humana, não pode, como andam dizendo por aí , ser verdadeiramente integrada. Há uma diferença importante entre acreditar que a comunicação integrada (com todos as características que apontamos aqui) é a melhor solução (também acreditamos nisso!) e imaginar que isso já acontece em nosso País. Estamos longe, muito longe, de alcançarmos este patamar. Podemos até chegar à conclusão de que, com a mentalidade empresarial que ainda vigora, e de que, com a falta de independência de parcela significativa de nossos profissionais de comunicação, esta integração (ideal, democrática, saudável) nunca acontecerá. Mas preferimos ser otimistas e, portanto , combativos, pois só lutamos quando acreditamos em algo e imaginamos que será possível realizá-lo. A comunicação integrada tem que ser pra valer. Assim como a responsabilidade social, a comunicação estratégica etc. Enquanto acreditarmos que a indústria tabagista e de bebidas estão sendo sinceras, quando insistem na moderação no fumar e no beber e houver agências de propaganda/comunicação para executar estas fraudes, a situação não se modificará. Chega de hipocrisia. Quem trata a comunicação integrada com respeito, não deveria sair por aí usando o seu santo nome em vão.
Wilson da Costa Bueno*
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* Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor do programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UMESP e de Jornalismo da ECA/USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa.
Wilson da Costa Bueno*
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* Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor do programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UMESP e de Jornalismo da ECA/USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
A inserção e desenvolvimento da comunicação nas organizações
A Revolução Industrial provocou radicais mudanças em diversos setores da atividade humana, reconfigurando as formas de relacionamento, as maneiras de produzir e os processos de comercialização. Muitas foram as transformações ocorridas neste período, como a concentração do poder econômico, a produção em massa, o consumo padronizado e o surto da urbanização. O desenvolvimento tecnológico foi muito responsável por essas transformações, mas aliada a evolução está a comunicação. (KUNSCH,1997; TORQUATO, 1986)
O contexto em que a comunicação organizacional surgiu, começa pelo progresso das industrias, que trouxe consigo a automação, a divisão do trabalho e conseqüentemente maior especialização. A facilidade do regime de produção em massa também gerou uma maior concorrência, fazendo com que as organizações precisassem promover seus produtos e serviços, iniciando dessa forma, os trabalhos de comunicação mercadológica. Através do desenvolvimento tecnológico os processos de editoração e impressão começam a ser barateados, possibilitando o avanço gradativo na produção de publicações.
A migração de pessoas do campo para a cidade a procura de emprego nas industrias, aumentou a urbanização e os problemas sociais. A conscientização do operariado, fez os trabalhadores se organizarem em sindicatos, para lutar e exigir os seus direitos, surgindo então a comunicação sindical que se caracterizou por ser rápida e de fácil acesso. Os dirigentes empresarias precisaram criar novas estratégias para estar à frente dessa nova comunicação, buscando novas maneiras de negociar com os sindicatos de forma ágil. Além disso, as inovações tecnológicas permitem um maior acesso à informação, criando um novo comportamento na sociedade que irá refletir nas organizações, que precisam se adequar às novas tendências e exigências do mercado. A necessidade de uma comunicação estratégica começa a ser sedimentada.
No quadro das transformações, a comunicação empresarial procurou posicionar-se como mecanismo de ajuste entre grupos sociais, como atividade que visava à adaptação de homens e instituições às necessidades da vida moderna e como meio para formar um consenso em torno do sistema organizacional. (TORQUATO, 1986, p.72)
2.1 Comunicação Organizacional no Brasil
A Comunicação Organizacional, como conceito abrangente, tem menos de 25 anos no Brasil, até porque a nossa revolução industrial só veio acontecer em 1930. É a partir da década de 1950 que o jornalismo empresarial e as relações públicas começam a se inserir na realidade das organizações, plantando a primeira semente para o surgimento de uma comunicação organizacional integrada. A expansão dos departamentos de relações públicas e de relações industriais ocorre na década de 1960, com a chegada das grandes empresas multinacionais, que trazem suas experiências de seus países de origem. (BUENO,2003; KUNSCH, 1997)
Antes década de 1970 a comunicação era concebida de forma fragmentada e setorizada, estando voltada muito mais para a comunicação mercadológica. Com profissionais e departamentos isolados sem qualquer vinculação, a comunicação era transmitida de forma difusa e muitas vezes contraditória. O surgimento da Aberje em 1967 traz uma iniciativa ao estimular o intercâmbio de idéias sobre o tema da comunicação nas organizações. Surgem também nessa fase os primeiros cursos de Comunicação no Brasil.
A década de 1970 chega trazendo importantes mudanças na implantação de uma cultura de comunicação nas empresas. As empresas começam a recrutar profissionais com formação acadêmica nessa área. Os cursos de comunicação nas universidades estimulam o surgimento da literatura nesse campo, todavia os trabalhos pioneiros estavam voltados para atividades especificas de comunicação como publicidade, assessoria de imprensa e relações públicas. Como podemos observar a comunicação estratégica começa a se embasar para dar um salto a partir dos anos 80.
O impulso que fez a comunicação organizacional atingir seu auge na década de 1980, esta relacionado com a abertura política do Brasil, que exigiu uma nova postura das organizações perante a sociedade. Mas apesar da conscientização da necessidade de uma nova postura comunicacional com seus públicos, ainda acreditava-se na separação entre comunicação institucional e comunicação mercadológica. (KUNSCH, 1997; BUENO,2003)
Outro fato importante para a sedimentação da comunicação organizacional nas empresas do Brasil, foi à experiência da Rhodia, que na segunda metade da década de 1980 elaborou sua Política de Comunicação Social, que se transformou no primeiro best-seller da área e foi também o primeiro case bem sucedido de transparência e de compromisso aplicados ao exercício da comunicação integrada no nosso país. Tal experiência estimulou outras organizações a repensarem seus processos de comunicação e posicionou a Comunicação Organizacional como fundamental para o processo de tomada de decisão. (BUENO, 2003; VALENTE, 1990)
Com o fim da guerra fria, em 1989, grandes mudanças tomaram curso mundialmente. O fenômeno da globalização alterou completamente os comportamentos institucionais, transferindo a comunicação para a área estratégica das organizações, ou seja, vinculada as questões do negócio. Criando um novo perfil para a área, onde para exercê-la é necessário ter planejamento, recursos, tecnologia e profissionais capacitados. (KUNSCH, 1997; BUENO, 2003)
O século XXI se inicia dando aos profissionais de comunicação nas organizações alguns desafios. Acompanhar a evolução tecnológica impõe uma séria revisão e reestruturação dos pressupostos teóricos da comunicação, onde as organizações se encontram mais vulneráveis devido ao fluxo acelerado de informações. É preciso analisar como essas novas tecnologias poderiam auxiliar os processos e métodos através da potencialização da comunicação, além da analise da sua ética, operacionalidade e o beneficio para todas as pessoas e setores profissionais. A rapidez com que as informações são difundidas exige uma maior agilidade e interatividade, pois seus diversos públicos encontram-se mais conscientes dos seus direitos e conseqüentemente mais exigentes. (REGO, 1986; BUENO , 2003)
Atualmente, é comum encontrarmos nos meios de comunicação matérias e reportagens sobre empresas que, por exemplo, desmatam a natureza, poluem o meio ambiente, atendem mal seus clientes, utilizam mão de obra infantil. Por outro lado a mídia também destaca organizações que desenvolvem programas sociais sustentáveis, que apóiam os esportes, projetos culturais ou manifestações artísticas. O importante é perceber que as organizações não aparecem apenas nas propagandas, onde são heróicas e perfeitas, encontram-se imersas no debate diário dos meios de comunicação e da sociedade em geral. (NASSAR, 2004)
As empresas tornam-se mais sensíveis às demandas sociais, na medida em que a vigilância da sociedade civil aumentou. Passaram da mera filantropia (doação de recursos) para um autentico engajamento social que vai além da preservação da natureza, pois também se preocupam em melhorar a qualidade de vida de seus funcionários e da comunidade onde atua, utilizar o seu poder perante os seus fornecedores para mobilizá-los a serem socialmente responsáveis (por exemplo, não comprar de nenhum fornecedor que utilize mão de obra infantil) e criar normas de respeito ao consumidor.
O conceito de socialmente responsável esta diretamente relacionado ao conceito de ética empresarial, que atualmente está sendo bastante discutida. Ética empresarial de acordo com Bueno (2003) é o conjunto de valores e normas que vigoram em uma organização e que orientam a sua interação com o mercado e com a sociedade. A ética empresarial deve conciliar os interesses da empresa com as necessidades e expectativas da sociedade, pois como vimos anteriormente uma sociedade consciente não hesita em criticar os desvios éticos das organizações. Cada vez mais é comum a elaboração de códigos de ética pelas organizações estabelecendo a conduta esperada pelos colaboradores em seu relacionamento interno e externo, demonstrando mais um compromisso com a cidadania.
Essas novas exigências da sociedade demonstram que a comunicação não deve ser vista como uma despesa, nem trabalhada como um mero conjunto de atividades desenvolvidas de maneira fragmentada, devendo ser encarada como um investimento que orienta de forma integrada o relacionamento da organização com os seus diversos públicos.
(ADRIANA RIBEIRO VIANNA)
O contexto em que a comunicação organizacional surgiu, começa pelo progresso das industrias, que trouxe consigo a automação, a divisão do trabalho e conseqüentemente maior especialização. A facilidade do regime de produção em massa também gerou uma maior concorrência, fazendo com que as organizações precisassem promover seus produtos e serviços, iniciando dessa forma, os trabalhos de comunicação mercadológica. Através do desenvolvimento tecnológico os processos de editoração e impressão começam a ser barateados, possibilitando o avanço gradativo na produção de publicações.
A migração de pessoas do campo para a cidade a procura de emprego nas industrias, aumentou a urbanização e os problemas sociais. A conscientização do operariado, fez os trabalhadores se organizarem em sindicatos, para lutar e exigir os seus direitos, surgindo então a comunicação sindical que se caracterizou por ser rápida e de fácil acesso. Os dirigentes empresarias precisaram criar novas estratégias para estar à frente dessa nova comunicação, buscando novas maneiras de negociar com os sindicatos de forma ágil. Além disso, as inovações tecnológicas permitem um maior acesso à informação, criando um novo comportamento na sociedade que irá refletir nas organizações, que precisam se adequar às novas tendências e exigências do mercado. A necessidade de uma comunicação estratégica começa a ser sedimentada.
No quadro das transformações, a comunicação empresarial procurou posicionar-se como mecanismo de ajuste entre grupos sociais, como atividade que visava à adaptação de homens e instituições às necessidades da vida moderna e como meio para formar um consenso em torno do sistema organizacional. (TORQUATO, 1986, p.72)
2.1 Comunicação Organizacional no Brasil
A Comunicação Organizacional, como conceito abrangente, tem menos de 25 anos no Brasil, até porque a nossa revolução industrial só veio acontecer em 1930. É a partir da década de 1950 que o jornalismo empresarial e as relações públicas começam a se inserir na realidade das organizações, plantando a primeira semente para o surgimento de uma comunicação organizacional integrada. A expansão dos departamentos de relações públicas e de relações industriais ocorre na década de 1960, com a chegada das grandes empresas multinacionais, que trazem suas experiências de seus países de origem. (BUENO,2003; KUNSCH, 1997)
Antes década de 1970 a comunicação era concebida de forma fragmentada e setorizada, estando voltada muito mais para a comunicação mercadológica. Com profissionais e departamentos isolados sem qualquer vinculação, a comunicação era transmitida de forma difusa e muitas vezes contraditória. O surgimento da Aberje em 1967 traz uma iniciativa ao estimular o intercâmbio de idéias sobre o tema da comunicação nas organizações. Surgem também nessa fase os primeiros cursos de Comunicação no Brasil.
A década de 1970 chega trazendo importantes mudanças na implantação de uma cultura de comunicação nas empresas. As empresas começam a recrutar profissionais com formação acadêmica nessa área. Os cursos de comunicação nas universidades estimulam o surgimento da literatura nesse campo, todavia os trabalhos pioneiros estavam voltados para atividades especificas de comunicação como publicidade, assessoria de imprensa e relações públicas. Como podemos observar a comunicação estratégica começa a se embasar para dar um salto a partir dos anos 80.
O impulso que fez a comunicação organizacional atingir seu auge na década de 1980, esta relacionado com a abertura política do Brasil, que exigiu uma nova postura das organizações perante a sociedade. Mas apesar da conscientização da necessidade de uma nova postura comunicacional com seus públicos, ainda acreditava-se na separação entre comunicação institucional e comunicação mercadológica. (KUNSCH, 1997; BUENO,2003)
Outro fato importante para a sedimentação da comunicação organizacional nas empresas do Brasil, foi à experiência da Rhodia, que na segunda metade da década de 1980 elaborou sua Política de Comunicação Social, que se transformou no primeiro best-seller da área e foi também o primeiro case bem sucedido de transparência e de compromisso aplicados ao exercício da comunicação integrada no nosso país. Tal experiência estimulou outras organizações a repensarem seus processos de comunicação e posicionou a Comunicação Organizacional como fundamental para o processo de tomada de decisão. (BUENO, 2003; VALENTE, 1990)
Com o fim da guerra fria, em 1989, grandes mudanças tomaram curso mundialmente. O fenômeno da globalização alterou completamente os comportamentos institucionais, transferindo a comunicação para a área estratégica das organizações, ou seja, vinculada as questões do negócio. Criando um novo perfil para a área, onde para exercê-la é necessário ter planejamento, recursos, tecnologia e profissionais capacitados. (KUNSCH, 1997; BUENO, 2003)
O século XXI se inicia dando aos profissionais de comunicação nas organizações alguns desafios. Acompanhar a evolução tecnológica impõe uma séria revisão e reestruturação dos pressupostos teóricos da comunicação, onde as organizações se encontram mais vulneráveis devido ao fluxo acelerado de informações. É preciso analisar como essas novas tecnologias poderiam auxiliar os processos e métodos através da potencialização da comunicação, além da analise da sua ética, operacionalidade e o beneficio para todas as pessoas e setores profissionais. A rapidez com que as informações são difundidas exige uma maior agilidade e interatividade, pois seus diversos públicos encontram-se mais conscientes dos seus direitos e conseqüentemente mais exigentes. (REGO, 1986; BUENO , 2003)
Atualmente, é comum encontrarmos nos meios de comunicação matérias e reportagens sobre empresas que, por exemplo, desmatam a natureza, poluem o meio ambiente, atendem mal seus clientes, utilizam mão de obra infantil. Por outro lado a mídia também destaca organizações que desenvolvem programas sociais sustentáveis, que apóiam os esportes, projetos culturais ou manifestações artísticas. O importante é perceber que as organizações não aparecem apenas nas propagandas, onde são heróicas e perfeitas, encontram-se imersas no debate diário dos meios de comunicação e da sociedade em geral. (NASSAR, 2004)
As empresas tornam-se mais sensíveis às demandas sociais, na medida em que a vigilância da sociedade civil aumentou. Passaram da mera filantropia (doação de recursos) para um autentico engajamento social que vai além da preservação da natureza, pois também se preocupam em melhorar a qualidade de vida de seus funcionários e da comunidade onde atua, utilizar o seu poder perante os seus fornecedores para mobilizá-los a serem socialmente responsáveis (por exemplo, não comprar de nenhum fornecedor que utilize mão de obra infantil) e criar normas de respeito ao consumidor.
O conceito de socialmente responsável esta diretamente relacionado ao conceito de ética empresarial, que atualmente está sendo bastante discutida. Ética empresarial de acordo com Bueno (2003) é o conjunto de valores e normas que vigoram em uma organização e que orientam a sua interação com o mercado e com a sociedade. A ética empresarial deve conciliar os interesses da empresa com as necessidades e expectativas da sociedade, pois como vimos anteriormente uma sociedade consciente não hesita em criticar os desvios éticos das organizações. Cada vez mais é comum a elaboração de códigos de ética pelas organizações estabelecendo a conduta esperada pelos colaboradores em seu relacionamento interno e externo, demonstrando mais um compromisso com a cidadania.
Essas novas exigências da sociedade demonstram que a comunicação não deve ser vista como uma despesa, nem trabalhada como um mero conjunto de atividades desenvolvidas de maneira fragmentada, devendo ser encarada como um investimento que orienta de forma integrada o relacionamento da organização com os seus diversos públicos.
(ADRIANA RIBEIRO VIANNA)
O segredo não é mais a alma do negócio: Comunicação empresarial e as novas tecnologias da informação
À medida que se aproxima o século XXI, a comunidade empresarial brasileira e, por que não dizer mundial, tem à frente grandes desafios e também grandes oportunidades. Oprimido por uma postura histórica de mercados fechados e de recursos naturais, subutilizados, o Brasil se depara hoje com as exigências de um novo mercado globalmente competitivo. Em uma economia interligada por redes eletrônicas em tempo real, a distância geográfica não mais existe. O isolamento acabou e os blocos econômicos, a exemplo do Mercosul, ganham outros mercados e passam, a competir com as grandes potências mundiais.
O Brasil está reagindo a estas mudanças e abre suas portas e janelas para uma nova era. A tarefa não é simples, mas está nas mãos dos empresários moldar o futuro, ao invés de ficar a serviço dele. Nenhum país ou empresa pode ignorar as mudanças globais nos setores econômicos, político e tecnológico. Hoje, os avanços tecnológicos, comercias e nos mercados financeiros ocorrem com muita rapidez e as empresas que não seguirem o mesmo ritmo ficarão para trás. Mesmo dentro dos limites regionais, as novas ferramentas destinadas a melhorar processos, aumentar eficiência, e treinar funcionários e a promover a interação com clientes estão transformando, da noite para o dia, antigas empresas em modernos empreendimentos e criando novos líderes de mercado.
A queda das barreiras comerciais, o alinhamento dos sistemas produtivos em grandes blocos econômicos e o fenômeno da globalização da produção e dos mercados vêm, paulativamente, mudando as estratégias de ação das empresas. Maturada a partir de meados da década de 80,-"na esteira do desenvolvimento do comércio internacional e dos avanços tecnológicos, a globalização econômica é uma realidade já suficientemente palpável para obrigar organizações a, gerir seus negócios balizadas pelos parâmetros da competitividade, qualidade, produtividade e excelência de gestão.
Independente do porte ou setor de atividade da empresa, sua estratégia de operação deverá sempre levar em conta o objetivo maior da chamada "vantagem competitiva". Quanto mais valor agregado ao produto ou serviço oferecido ao mercado, mais essa vantagem será convenientemente alcançada. E a comunicação joga nesse campo um papel fundamental: seja no sentido de promover a coesão interna em torno da qualidade do produto, dos valores e da missão da empresa, seja no trabalho de aumentar a visibilidade pública da organização e na divulgação de seus produtos e serviços. Num cenário globalizado, a informação - e as formas de comunicar produtivamente essa informação - revela-se uma arma poderosa de gestão empresarial. Isso, se aplica tanto à comunicação interna e corporativa como às ações de fortalecimento da imagem institucional, relações com a imprensa e governos, marketing, propaganda e promoção.
A comunidade empresarial brasileira precisa se esforçar para competir nos mercados globais, sem perder de vista as mudanças que ocorrem em outros setores e que terão impacto decisivo na próxima década. É na concorrência com os melhores que a habilidades, talentos, produtos e serviços de qualquer empresa podem-se tornar, de fato, competitivos.
Estamos na Era da Informação, um momento onde a comunicação e troca de experiência também ganharam seu lugar e passaram a ser o diferencial dos negócios. Hoje se aprende errando, ou melhor, se aprende com os erros dos outros. A mídia promoveu isso, ela entrou nas fábricas, trouxe a noticia ao consumidor, apresentou aqueles que fabricam a nossa pasta de dente preferida e hoje ela pode ser melhor, se assim quisermos.
O segredo não é mais a alma do negócio, afinal, nós, consumidores de pastas de dentes, lasanha congelada e pizza semipronta queremos saber o que acontece lá no chão da fábrica, queremos ver o que a empresa X ou Y promovem aos seus funcionários e à comunidade de seu entorno. A concorrência quer saber o que está sendo feito na melhoria da comunicação interna, pois bons resultados devem ser copiados, devem ser compartilhados. Esta é a mentalidade que vem crescendo no mercado.
A comunicação empresarial tem se mostrado imprescindível no sentido de melhorar a relação com seus públicos. A cultura do uso da informação como forma de gestão traz resultados aparentes nas empresas que já utilizam o processo. Exemplos como a Xerox do Brasil e a Rhodia, pioneira no assunto, prova que desfiar o que há de melhor no mercado mundial é o cantinho para aperfeiçoar e melhorar produtos, a qualidade e os serviços.
Hoje o funcionário é parceiro, não mais empregado. A ``família empresa'' não tem segredos, tem respeito.
Porém, como a comunicação implica em visibilidade - o que em muitos casos pode significar vulnerabilidade - o processo de implantação de um projeto de comunicação dentro da empresa tem um caminho a seguir. O ``media training'' nasceu dessa necessidade de acompanhamento e preparação para a nova realidade, onde jornalistas parecem mais presentes na empresa, mais curiosos, mais embasados sobre os negócios da corporação. Desta forma, empresários passaram a ser preparados para o trato com a imprensa, com a mídia, com seus públicos e, gradativamente, esse processo evoluiu, saindo das técnicas básicas de ``olhe para a câmera'' e partindo para o valor que o espaço cedido pelo repórter tem. Aliás, cada situação tem suas características próprias, cada empresa tem seu público alvo, mas o empresário deve estar apto a lidar com isso.
O que já soou a ``modismo'' ganha as livrarias e as bancas de jornal em publicações aos montes falando do perfil do "empresário do novo milênio- um ser digital, antenado a toda e qualquer tendência do mercado mundial e que convive, de forma pacífica, com a comunicação dentro de sua empresa. Exageros à parte, conhecimento é diferencial, e inovação é prioridade.
O conhecimento sempre foi importante, não é à toa que somos o homo sapiens, o homem que pensa. Ao longo da história, a vitória ficou nas mãos de pessoas que estavam na vanguarda do conhecimento: os guerreiros primitivos que aprenderam a fazer suas próprias armas, as empresas norte-americanas, durante centenas de anos beneficiárias do sistema de escolas públicas mais abrangente do mundo, que lhes proporcionou uma força de trabalho bem instruída. Mas o conhecimento é mais importante do que nunca. Nosso estoque de capital intelectual é importante porque estamos no meio de uma revolução econômica que está criando a Era da Informação.
Para entender o que é capital intelectual, o motivo de sua importância e como aumentá-lo e gerenciá-lo, é crucial entendermos o que significa ``Era da Informação". Este estudo monográfico mostrará como o conhecimento assumiu um papel dominante em nossa economia, nossas empresas e nosso trabalho.
O que busco com esse trabalho é demonstrar a atual situação do empresariado brasileiro sob o ponto de vista teórico nas aplicações da comunicação aos objetivos da empresa. Trata-se de um campo de atuação em pleno crescimento, aplicado não só aos responsáveis pela comunicação empresarial - papel de jornalistas, relações públicas, publicitários e profissionais de marketing - bem como ao próprio empresário que, como evidenciado pelos autores, necessita de um alto grau de adaptabilidade às novas exigências do mercado mundial.
Tornou-se um clichê comparar esse acontecimento do final do século XX - o surgimento da Era da Informação - aos deslocamentos e à transformação que marcaram a Revolução Industrial, há quase 200 anos. Lugar-comum, mas verdadeiro, vale a pena recordar um pouco dessa história por dois motivos: primeiro porque ela nos ajuda a sentir a magnitude do que o futuro nos reserva; segundo, porque existem paralelos instrutivos entre parte do sofrimento econômico de nossa era e as lutas da Revolução Industrial.
Bem vindos à Revolução!
http://bocc.ubi.pt/pag/moreira-adriana-comunicacao-empresarial.html
O Brasil está reagindo a estas mudanças e abre suas portas e janelas para uma nova era. A tarefa não é simples, mas está nas mãos dos empresários moldar o futuro, ao invés de ficar a serviço dele. Nenhum país ou empresa pode ignorar as mudanças globais nos setores econômicos, político e tecnológico. Hoje, os avanços tecnológicos, comercias e nos mercados financeiros ocorrem com muita rapidez e as empresas que não seguirem o mesmo ritmo ficarão para trás. Mesmo dentro dos limites regionais, as novas ferramentas destinadas a melhorar processos, aumentar eficiência, e treinar funcionários e a promover a interação com clientes estão transformando, da noite para o dia, antigas empresas em modernos empreendimentos e criando novos líderes de mercado.
A queda das barreiras comerciais, o alinhamento dos sistemas produtivos em grandes blocos econômicos e o fenômeno da globalização da produção e dos mercados vêm, paulativamente, mudando as estratégias de ação das empresas. Maturada a partir de meados da década de 80,-"na esteira do desenvolvimento do comércio internacional e dos avanços tecnológicos, a globalização econômica é uma realidade já suficientemente palpável para obrigar organizações a, gerir seus negócios balizadas pelos parâmetros da competitividade, qualidade, produtividade e excelência de gestão.
Independente do porte ou setor de atividade da empresa, sua estratégia de operação deverá sempre levar em conta o objetivo maior da chamada "vantagem competitiva". Quanto mais valor agregado ao produto ou serviço oferecido ao mercado, mais essa vantagem será convenientemente alcançada. E a comunicação joga nesse campo um papel fundamental: seja no sentido de promover a coesão interna em torno da qualidade do produto, dos valores e da missão da empresa, seja no trabalho de aumentar a visibilidade pública da organização e na divulgação de seus produtos e serviços. Num cenário globalizado, a informação - e as formas de comunicar produtivamente essa informação - revela-se uma arma poderosa de gestão empresarial. Isso, se aplica tanto à comunicação interna e corporativa como às ações de fortalecimento da imagem institucional, relações com a imprensa e governos, marketing, propaganda e promoção.
A comunidade empresarial brasileira precisa se esforçar para competir nos mercados globais, sem perder de vista as mudanças que ocorrem em outros setores e que terão impacto decisivo na próxima década. É na concorrência com os melhores que a habilidades, talentos, produtos e serviços de qualquer empresa podem-se tornar, de fato, competitivos.
Estamos na Era da Informação, um momento onde a comunicação e troca de experiência também ganharam seu lugar e passaram a ser o diferencial dos negócios. Hoje se aprende errando, ou melhor, se aprende com os erros dos outros. A mídia promoveu isso, ela entrou nas fábricas, trouxe a noticia ao consumidor, apresentou aqueles que fabricam a nossa pasta de dente preferida e hoje ela pode ser melhor, se assim quisermos.
O segredo não é mais a alma do negócio, afinal, nós, consumidores de pastas de dentes, lasanha congelada e pizza semipronta queremos saber o que acontece lá no chão da fábrica, queremos ver o que a empresa X ou Y promovem aos seus funcionários e à comunidade de seu entorno. A concorrência quer saber o que está sendo feito na melhoria da comunicação interna, pois bons resultados devem ser copiados, devem ser compartilhados. Esta é a mentalidade que vem crescendo no mercado.
A comunicação empresarial tem se mostrado imprescindível no sentido de melhorar a relação com seus públicos. A cultura do uso da informação como forma de gestão traz resultados aparentes nas empresas que já utilizam o processo. Exemplos como a Xerox do Brasil e a Rhodia, pioneira no assunto, prova que desfiar o que há de melhor no mercado mundial é o cantinho para aperfeiçoar e melhorar produtos, a qualidade e os serviços.
Hoje o funcionário é parceiro, não mais empregado. A ``família empresa'' não tem segredos, tem respeito.
Porém, como a comunicação implica em visibilidade - o que em muitos casos pode significar vulnerabilidade - o processo de implantação de um projeto de comunicação dentro da empresa tem um caminho a seguir. O ``media training'' nasceu dessa necessidade de acompanhamento e preparação para a nova realidade, onde jornalistas parecem mais presentes na empresa, mais curiosos, mais embasados sobre os negócios da corporação. Desta forma, empresários passaram a ser preparados para o trato com a imprensa, com a mídia, com seus públicos e, gradativamente, esse processo evoluiu, saindo das técnicas básicas de ``olhe para a câmera'' e partindo para o valor que o espaço cedido pelo repórter tem. Aliás, cada situação tem suas características próprias, cada empresa tem seu público alvo, mas o empresário deve estar apto a lidar com isso.
O que já soou a ``modismo'' ganha as livrarias e as bancas de jornal em publicações aos montes falando do perfil do "empresário do novo milênio- um ser digital, antenado a toda e qualquer tendência do mercado mundial e que convive, de forma pacífica, com a comunicação dentro de sua empresa. Exageros à parte, conhecimento é diferencial, e inovação é prioridade.
O conhecimento sempre foi importante, não é à toa que somos o homo sapiens, o homem que pensa. Ao longo da história, a vitória ficou nas mãos de pessoas que estavam na vanguarda do conhecimento: os guerreiros primitivos que aprenderam a fazer suas próprias armas, as empresas norte-americanas, durante centenas de anos beneficiárias do sistema de escolas públicas mais abrangente do mundo, que lhes proporcionou uma força de trabalho bem instruída. Mas o conhecimento é mais importante do que nunca. Nosso estoque de capital intelectual é importante porque estamos no meio de uma revolução econômica que está criando a Era da Informação.
Para entender o que é capital intelectual, o motivo de sua importância e como aumentá-lo e gerenciá-lo, é crucial entendermos o que significa ``Era da Informação". Este estudo monográfico mostrará como o conhecimento assumiu um papel dominante em nossa economia, nossas empresas e nosso trabalho.
O que busco com esse trabalho é demonstrar a atual situação do empresariado brasileiro sob o ponto de vista teórico nas aplicações da comunicação aos objetivos da empresa. Trata-se de um campo de atuação em pleno crescimento, aplicado não só aos responsáveis pela comunicação empresarial - papel de jornalistas, relações públicas, publicitários e profissionais de marketing - bem como ao próprio empresário que, como evidenciado pelos autores, necessita de um alto grau de adaptabilidade às novas exigências do mercado mundial.
Tornou-se um clichê comparar esse acontecimento do final do século XX - o surgimento da Era da Informação - aos deslocamentos e à transformação que marcaram a Revolução Industrial, há quase 200 anos. Lugar-comum, mas verdadeiro, vale a pena recordar um pouco dessa história por dois motivos: primeiro porque ela nos ajuda a sentir a magnitude do que o futuro nos reserva; segundo, porque existem paralelos instrutivos entre parte do sofrimento econômico de nossa era e as lutas da Revolução Industrial.
Bem vindos à Revolução!
http://bocc.ubi.pt/pag/moreira-adriana-comunicacao-empresarial.html
Pequenas e Médias empresas
Uma pesquisada realizada em 2004 a fim de identificar o perfil organizacional de 43 pequenas e médias empresas paranaenses destacou alguns pontos sob três dimensões: Competência em Gestão Estratégica, Competência Tecnológica e Competência Empreendedora. Em relação a competência em Gestão Estratégica constatou-se a dificuldade em formular, registrar, implementar e controlar estratégicas. Por outro lado essas empresas possuem interesse em estabelecer mecanismos de comunicação com seus clientes, visando tornar a relação com eles mais transparente e proveitosa. No que diz respeito à Competência Tecnológica se verificou que essas empresas não inovam em produtos, mas estão gradualmente inovando em seus processos de gestão. E finalmente, em relação à Competência Empreendedora constata-se que seus principais gestores em muitos casos são os proprietários, tendem a ser centralizadores da autoridade delegando apenas responsabilidades operacionais rotineiras.
O ambiente das pequenas e médias empresas á marcado por uma composição de fatores, onde se destacam: o governo e suas regulamentações, a concorrência crescente, os fornecedores, os consumidores com perfis mais exigentes e conscientes de suas necessidades e, finalmente, os avanços implementados nas formas de produção e comercialização de produtos e serviços que vêm sendo impulsionados pelo desenvolvimento tecnológico. A partir disso, Peter Drucker cita que os fatores de produção representados por capital, terra (recursos naturais) e mão-de-obra já não são suficientes para promover vantagens competitivas para as organizações. Diante da dificuldade de promover as empresas, o próprio Drucker identifica o conhecimento como sendo o recurso estratégico fundamental para o desenvolvimento das organizações, auxiliando na superação das dificuldades existentes para a obtenção e manutenção da competitividade.
Ligado ao conhecimento, outro diferencial pode ser obtido na utilização de tecnologias mais adequadas. A tecnologia é o resultado de um conhecimento sistematizado que é materializado em recursos técnicos (máquinas e instalações) e em conhecimento e habilidades humanas (pessoas capazes de dominar os procedimentos e operar as máquinas). Assim, o conceito de tecnologia não se restringe aos aspectos técnico-científicos, mas contempla também, todo o conhecimento administrativo e gerencial envolvido na sua aplicação. As tecnologias de gestão se forem adequadamente utilizadas podem constituir em poderosas fontes de diferenciais competitivos para as organizações, com o objetivo de auxiliá-las a enfrentar os desafios impostos pelo ambiente mercadológico em que estão inseridas, na melhoria dos processos produtivos e dos produtos, em novos métodos de produção e de gerenciamento, em novos produtos e na capacitação de pessoas.
Adequar as empresas a novas mudanças significa torná-las capaz de enfrentar não somente os seus concorrentes, mas também possuírem capacidade de rápida adaptação às novas tecnologias, aos controles governamentais e a toda espécie de pressão exercida pela sociedade. A gestão estratégica é a tecnologia de gerenciamento que os gestores podem utilizar para conduzir as organizações de forma a reduzir o impacto das dificuldades e, sobretudo, aproveitar as oportunidades geradas. Assim, tomar decisões pautadas em dados confiáveis e reais obtidos por meio de tecnologias de diagnósticos e de competência empreendedora, que visam retratar as fragilidades e também as forças organizacionais, é uma estratégia gerencial recomendada para os gestores das empresas de pequeno e médio porte.
O ambiente das pequenas e médias empresas á marcado por uma composição de fatores, onde se destacam: o governo e suas regulamentações, a concorrência crescente, os fornecedores, os consumidores com perfis mais exigentes e conscientes de suas necessidades e, finalmente, os avanços implementados nas formas de produção e comercialização de produtos e serviços que vêm sendo impulsionados pelo desenvolvimento tecnológico. A partir disso, Peter Drucker cita que os fatores de produção representados por capital, terra (recursos naturais) e mão-de-obra já não são suficientes para promover vantagens competitivas para as organizações. Diante da dificuldade de promover as empresas, o próprio Drucker identifica o conhecimento como sendo o recurso estratégico fundamental para o desenvolvimento das organizações, auxiliando na superação das dificuldades existentes para a obtenção e manutenção da competitividade.
Ligado ao conhecimento, outro diferencial pode ser obtido na utilização de tecnologias mais adequadas. A tecnologia é o resultado de um conhecimento sistematizado que é materializado em recursos técnicos (máquinas e instalações) e em conhecimento e habilidades humanas (pessoas capazes de dominar os procedimentos e operar as máquinas). Assim, o conceito de tecnologia não se restringe aos aspectos técnico-científicos, mas contempla também, todo o conhecimento administrativo e gerencial envolvido na sua aplicação. As tecnologias de gestão se forem adequadamente utilizadas podem constituir em poderosas fontes de diferenciais competitivos para as organizações, com o objetivo de auxiliá-las a enfrentar os desafios impostos pelo ambiente mercadológico em que estão inseridas, na melhoria dos processos produtivos e dos produtos, em novos métodos de produção e de gerenciamento, em novos produtos e na capacitação de pessoas.
Adequar as empresas a novas mudanças significa torná-las capaz de enfrentar não somente os seus concorrentes, mas também possuírem capacidade de rápida adaptação às novas tecnologias, aos controles governamentais e a toda espécie de pressão exercida pela sociedade. A gestão estratégica é a tecnologia de gerenciamento que os gestores podem utilizar para conduzir as organizações de forma a reduzir o impacto das dificuldades e, sobretudo, aproveitar as oportunidades geradas. Assim, tomar decisões pautadas em dados confiáveis e reais obtidos por meio de tecnologias de diagnósticos e de competência empreendedora, que visam retratar as fragilidades e também as forças organizacionais, é uma estratégia gerencial recomendada para os gestores das empresas de pequeno e médio porte.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Sugestão de Leitura:
"Por Uma Outra Comunicação - Mídia, Mundialização Cultural e Poder" - Moraes, Dênis
Que papel para o jornalismo?
Cada vez mais, reconhece-se o papel decisivo que as fontes desempenham na produção noticiosa. É sustentada como uma verdade quase irrevogável que hoje não há jornalismo sem fontes. Não há notícias se não houver quem as dê a conhecer aos jornalistas.
Aquilo que é importante perceber nesta relação entre o Jornalismo e as Relações Públicas é quem controla a agenda mediática, isto é, quem controla a produção da informação? Porque, sabemo-lo, a informação é poder.
Os RP têm objectivos claros na sua relação com os jornalistas. Querem-se mostrar prestáveis e necessários, não antagonizando a Imprensa de modo a poder contar com ela para passar as suas comunicações. É um jogo feito às claras. Aliás, Gabriel Garcia Marquez já havia reflectido sobre isso quando sublinhou que “o pior do ofício [jornalismo] é que somos instrumento das fontes”.
Os jornalistas sabem que estão a ser “usados”. Sabem que um RP não se mostra prestável para apenas passar informação para o seu público. Há uma intenção mercantilista por detrás das suas acções. Aquilo que ele defende é o interesse da sua organização, não o do seu público – pelo menos não em primeira linha. Não é por gosto pessoal que os jornalistas são contactados pelos assessores. É, apenas, porque estes têm uma agenda e a concretização dessa agenda precisa dos média enquanto veículo.
Pedro Garcia Rosado refere que “não vale a pena fazer de conta que não há notícias inventadas” numa clara alusão ao papel dos assessores na construção das notícias divulgadas. Posto isto, como se deverá comportar o jornalista?
Em primeiro lugar, ele deve duvidar de tudo. Nunca poderá levar como certa toda a informação passada por um RP, nem publicar a mesma sem a submeter a um rigoroso tratamento de inquisição jornalística. Aliás, será a procura pela garantia da veracidade que servirá como suporte para a validação do papel do jornalista no futuro. Ele terá de ser capaz de, em cada altura, atestar pela veracidade e boa-fé das notícias que produz.
Um outro aspecto assaz importante e, provavelmente, mais relacionado com o estudo da relação Jornalista/RP é a capacidade de compreender o que motiva as fontes de informação, saber que estas fazem o seu jogo – não são espectadores neutros e desinteressados – e que será função do jornalista perceber qual a verdade da informação passada por essa mesma fonte. Se eles – jornalistas – apresentarem posições inertes e acríticas, então o futuro da arte estará em causa.
Se, por outro lado, forem capazes de ser dinâmicos e de usarem a fonte como uma mera ferramenta de iniciação da construção jornalística e procurarem ser eles a criar a notícia, então teremos jornalismo por muito e bons anos. Mas, isso implicará maior capacidade de mobilização dos jornalistas. Estarão eles prontos para abandonar a secretária e irem ao encontro da notícia? Veremos.
Publicado por phillipevieira
Novos Campos
A criação no campo da multimídia envolve concatenamento das mídias digitais componentes e como juntá-las, coerentemente, num único produto.
Se imaginarmos uma campanha publicitária, onde um novo produto será exposto em outdoor, revista e televisão, perceberemos, facilmente, que diversos profissionais serão contratados para trabalharem juntos sob a direção de uma única agência: desenhistas, roteiristas, fotógrafos, comunicólogos, cenógrafos, redatores etc.
Concluiremos também que durante toda a campanha haverá uma fio condutor, uma síntese narrativa que é sempre a mesma, não importa sob qual aspecto. Sempre o mesmo logo, sempre o mesmo slogan, sempre a mesma idéia sob diversos formatos.
Some a isto que o usuário irá contribuir com sua parcela de atividade, ao interagir com o sistema de informação criado, e ainda, a necessidade de criar um sistema que seja compreendido por diferentes mentalidades, sob diferentes modos e plataformas de visualização.
Portanto, é vasto o campo de criação da multimídia interativa. Além de atender as empresas, procuramos, frequentemente, realizar nossas próprias criações culturais e novos produtos, que nos permitem experimentar atitudes e idéias num campo ainda mais fértil.
Criação de Sites
O serviço de criação de sites deveria envolver idealmente uma longa interação com o cliente, para poder efetivamente criar-se uma ferramenta na Internet que reflita suas necessidades comerciais. Não é interessante queimar etapas, mas ter um crescimento contínuo, onde o aperfeiçoamento será definido pela própria demanda, constantemente exigida por todo o processo. Este processo é dado pela interação com o cliente, bem como por outros fatores como:
* a relação do público com o site;
* a facilidade e conforto da experiência do usuário ao acessar o site;
* a percepção intuitiva dos produtos e serviços exibidos;
* a maneira como o próprio cliente relaciona-se com a web e sua posterior manutenção...
... e uma série de outros atributos, que vão se configurando ao longo do histórico da presença de uma empresa na Internet.
Assim, a criação de um site deve ser entendido como a adoção de um serviço que exigirá constante aperfeiçoamento. Se bem feito, com sua progressão obedecendo etapas lógicas, trará muito retorno ao cliente.
Saiba mais no site: http://www.foton.com.br
Se imaginarmos uma campanha publicitária, onde um novo produto será exposto em outdoor, revista e televisão, perceberemos, facilmente, que diversos profissionais serão contratados para trabalharem juntos sob a direção de uma única agência: desenhistas, roteiristas, fotógrafos, comunicólogos, cenógrafos, redatores etc.
Concluiremos também que durante toda a campanha haverá uma fio condutor, uma síntese narrativa que é sempre a mesma, não importa sob qual aspecto. Sempre o mesmo logo, sempre o mesmo slogan, sempre a mesma idéia sob diversos formatos.
Some a isto que o usuário irá contribuir com sua parcela de atividade, ao interagir com o sistema de informação criado, e ainda, a necessidade de criar um sistema que seja compreendido por diferentes mentalidades, sob diferentes modos e plataformas de visualização.
Portanto, é vasto o campo de criação da multimídia interativa. Além de atender as empresas, procuramos, frequentemente, realizar nossas próprias criações culturais e novos produtos, que nos permitem experimentar atitudes e idéias num campo ainda mais fértil.
Criação de Sites
O serviço de criação de sites deveria envolver idealmente uma longa interação com o cliente, para poder efetivamente criar-se uma ferramenta na Internet que reflita suas necessidades comerciais. Não é interessante queimar etapas, mas ter um crescimento contínuo, onde o aperfeiçoamento será definido pela própria demanda, constantemente exigida por todo o processo. Este processo é dado pela interação com o cliente, bem como por outros fatores como:
* a relação do público com o site;
* a facilidade e conforto da experiência do usuário ao acessar o site;
* a percepção intuitiva dos produtos e serviços exibidos;
* a maneira como o próprio cliente relaciona-se com a web e sua posterior manutenção...
... e uma série de outros atributos, que vão se configurando ao longo do histórico da presença de uma empresa na Internet.
Assim, a criação de um site deve ser entendido como a adoção de um serviço que exigirá constante aperfeiçoamento. Se bem feito, com sua progressão obedecendo etapas lógicas, trará muito retorno ao cliente.
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terça-feira, 25 de setembro de 2007
Bem Vindos
Sejam todos bem-vindos ao meu blog, que foi criado por livre e espontânea pressão. Estarei postando inutilidades cinco vezes por semana, sendo assim espero que pelo menos aminha mãe veja como eu sou criativa.
À todos um abraço.
Dani Feliz!
À todos um abraço.
Dani Feliz!
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